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Posts Tagged ‘Android’


Os tablets são o sonho de consumo da vez, mas tenho visto que eles não são uma unanimidade, principalmente entre os profissionais de Informática, que teoricamente seriam entusiastas das inovações tecnológicas digitais. Já ouvi comentários do tipo: “Belo brinquedinho esse tablet, mas para trabalho prefiro meu velho PC.” A resistência dos saudosistas do PC-Windows contra os tablets seria uma rabugice de quem tem preguiça de se adaptar ou faz sentido? Quando comecei a usar tablets tropecei em várias pequenas pedras e como neste blog tento ensinar para aprender vou comentar algumas das minhas dificuldades com as tabuinhas. Não sou ingênuo a ponto de acreditar na existência de interfaces intuitivas. Em Informática tudo é uma questão de aprender novas convenções e mudar de hábitos. Não vamos nos iludir, porém que os tablets estejam maduros para substituir os PCs em todas as suas funcionalidades. Aliás, não foi para isso que foram criados. No futuro, mudaremos de dispositivo várias vezes durante o dia, escolhendo o mais adequado para cada necessidade. Vamos começar pelas funções executadas de forma diferente no novo suporte.

tablets

  • CTRL+ALT+DEL. A maioria das dificuldades de quem começa a usar tablets vem da ausência do teclado físico. Felizmente, os tablets extinguiram o CTRL+ALT+DEL, comando difícil de executar com uma só mão. Para desbloquear um tablet existem várias opções. A mais simples é deslisar o botão de desbloqueio pela tela, mas cuidado com essa comodidade insegura. Nos dispositivos móveis é padrão gravar todas as senhas para comodidade do usuário. Se um estranho tiver acesso ao tablet poderá fazer uma farra com seus dados e, por isso, é melhor configurar um desbloqueio mais seguro. Use senha, reconhecimento biométrico ou ligar pontos na tela com o dedo.
  • Menu Iniciar. As aplicações disponíveis em um tablet são exibidas na tela inicial sob forma de ícones. Lembre que a tela inicial é comprida na horizontal e basta deslizá-la para esquerda e direita. No iPad, é possível criar grupos de ícones que lembram as pastas do menu Iniciar do Windows. Faça assim: mantenha o dedo sobre um ícone até que ele comece a tremer. Em seguida, arraste-o até o outro ícone que você quer agrupar. Será criado um grupo. Depois disso, é só arrastar os demais ícones para o grupo.
  • Barra de tarefas. Para saber quais aplicações estão ativas em um iPad dê duplo clique no botão frontal do aparelho. Se preferir, deslize com quatro dedos para cima a base da tela inicial. Em tablets Android há várias possibilidades: Em alguns casos, basta manter o botão liga/desliga pressionado por instantes e selecionar Aplicações recentes no menu. Tente também, manter o botão Home pressionado por instantes. Alguns usuários de Android preferem instalar gerenciadores para controlar as aplicações ativas.
  • Botão direito do mouse. Nos tablets, algumas funções do botão direito podem ser alcançadas mantendo o dedo sobre a tela por instantes para chamar o menu de contexto.
  • Minimizar programa. Para minimizar um aplicativo no iPad faça o movimento de juntar os quatro dedos na tela. Se você pressionar o botão frontal do iPad o resuultado é o mesmo. No Android, toque o botão home.
  • Alternar entre programas. No iPad, deslize quatro dedos pela tela na horizontal. Com isso, você vai passar de uma aplicação ativa para outra.
  • Fechar programas. Em tablets não é preciso fechar aplicativos. Deixe por conta do sistema operacional fechar os aplicativos menos usados quando ele achar necessário. Assim, os aplicativos que você usa mais estarão semre carregados na memória. Mas se você é teimoso e quer fechar os aplicativos ociosos porque no Windows era bom fazer isso instale um gerenciador de aplicações e mantenha seus apps na rédea curta.
  • SHIFT e CAPS LOCK. Para digitar uma letra maiúscula, o teclado virtual tem tecla SHIFT (seta para cima). Em início de frases, o sistema se encarrega gentilmente de pressionar SHIFT por você. Para fixar as maiúsculas toque duas vezes a tecla SHIFT. Dois toques novamente desligam as maiúsculas.
  • Acentos e cedilha. Encontre vogais acentuadas e o cê cedilha no teclado virtual do tablet mantendo o dedo sobre a letra básica por alguns instantes.
  • Caracteres especiais. Os teclados virtual tem uma camada para letras, outra numérica e uma para caracteres extras.Os caracteres tradicionais do teclado físico como # $ % & estão lá. Mantendo o dedo sobre a tecla básica surgem as variações.
  • Print Screen. Para gerar uma imagem da tela do iPad pressione o botão liga/desliga e em seguida o botão frontal do aparelho.
  • Selecionar, recortar, copiar e colar. Quando estiver visualizando páginas de Internet ou documentos de texto em um tablet, toque na tela por instantes para que apareça a área de seleção. Arraste as alças da área para definir a seleção e depois toque o comando desejado.
  • Suspender, hibernar e desligar. No PC, suspender é colocar a máquina em baixo consumo de energia e hibernar é desligá-la memorizando informações para restabelecer a área de trabalho do mesmo jeito que foi deixada antes do desligamento. Nos tablets essas funcionalidades são padrão, basta um toque no botão liga-desliga para que eles entrem ou saiam do modo suspenso. O iPad conta com um charme a mais: Basta levantar a capa magnética para o aparelho voltar ao estado ativo. Alguém desliga tablets? Considerando o baixo consumo dessas engenhocas, creio que só pessoas metódicas lembram de desligá-los.

Tablets não resolvem todas as paradas. No próximo post vamos falar de tarefas que só um PC dá conta.

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Quando alguém quiser aplicativos para celulares com Android é só ir na Android Market, a lojinha virtual do Google, certo? Esse continua sendo o caminho preferencial para os donos de smartphones Android, mas agora existe outra opção de peso: a Amazon Appstore. Bem-vinda concorrência saudável.

Nos primeiros tempos do computador desktop instalar programas era uma atividade para bravos. Com o tempo, a instalação de software foi se tornando mais amigável e acessível para leigos, mas em computadores continua sendo algo mais complicado do que instalar um app para celular. Sistemas operacionais para celular como o Android transformaram a instalação de aplicativos em uma operação realmente simples: você vai na loja virtual, seleciona o aplicativo, clica em instalar e pronto, logo ele estará funcionando no celular. Bem, isso é válido para apps que estão disponíveis em uma loja virtual que o celular acessa. Isso quer dizer que o celular precisa vir com pelo menos um aplicativo instalado, justamente o da loja virtual.

Quem quiser conhecer a nova loja de aplicativos da Amazon vai esbarrar em um pequeno obstáculo. O aplicativo Amazon Appstore não está disponível na prateleira do concorrente (Android Market) e, por isso, os usuários terão que fazer um caminho por fora para chegar lá.

Instalação pelo caminho longo. Felizmente, o sistema Android é aberto e permite que outra loja virtual seja adicionada sem problemas. No site da Amazon existe um roteiro de oito passos para a instalação de um aplicativo sem intermediação de uma loja virtual. Confesso que achei que era muito passo, mas segui o roteiro e instalei o aplicativo da Amazon rapidinho. Agora tenho uma opção a mais para adquirir aplicativos. Espero que outras lojas surjam com o tempo, inclusive lojas pequenas que atendam necessidades específicas dos usuários.

Enquanto isso no mundo do iPhone só existe uma loja oficial (iTunes) e a Apple faz o que pode para conservar o seu monopólio nesse negócio altamente rentável. Como todos sabem monopólio é bom apenas para o monopolista. Usuários de iPhone que desejam maior liberdade para decidir o que podem fazer com seus celulares estilosos têm que recorrer a soluções digamos deselegantes de desbloqueio e jailbrake.

A Internet está em transformação contínua e a tendência atual é o declínio da web e ascensão da Internet dos aplicativos (apps). Os apps estão fortemente ligados à lojas virtuais como iTunes, Android Market e Amazon appstore. Como já estou crescidinho creio que posso decidir o que vou instalar em meu smartphone e não preciso da tutela de uma grande empresa para selecionar criteriosamente o que vai ser disponibilizado para mim. Da mesma forma, gosto de poder escolher livremente o vendedor dos aplicativos que vou adquirir. Obviamente irei à loja que me oferecer as melhores condições. Parabéns à Amazon por oferecer uma alternativa de peso aos usuários e ao sistema Android por ser aberto.

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A web vai acabar?


Em agosto do ano passado a revista Wired publicou matéria de capa com o título A Web está morta. Vida longa à Internet. Provavelmente, a web ainda vai longe, mas está ameaçada por novas formas de consumir a Internet e, por isso, a provocação da reportagem faz sentido. Talvez em um futuro próximo a World Wide Web se torne uma forma pouco utilizada de acessar a rede que se limitará a alguns usos específicos. Para deixar mais claro, web é aquela parte da Internet codificada em HTML que acessamos por meio de navegadores como Internet Explorer, Firefox e Chrome. A Web criada por Tim Berners Lee há duas décadas foi responsável pela explosão da Internet, mas agora começa a enfrentar a concorrência dos apps, que pertencem a outro ecossistema de produção e ganham força com o crescimento dos celulares inteligentes e tablets. A Internet dos apps é aquela em que acessamos os dados por meio de pequenos aplicativos (programas) baixados de lojas virtuais. Não se trata apenas de mudança técnica. O crescimento dos apps e o declínio da web tem implicações profundas que ainda não conseguimos antecipar. O tempo dirá que participação cada modelo terá na Internet do futuro. O que podemos ver de imediato, porém, são algumas diferenças grandes que a web apresenta em relação à Internet dos apps.

A Internet dos apps tem outros protagonistas. Ganham força os sistemas operacionais para smartphones como iOS e Android; os navegadores de Internet tornam-se secundários; os mecanismos de busca como o Google perdem relevância e as lojas de aplicativos (app stores) tornam-se centrais. Em outras palavras: mudam os intermediários e a forma de ganhar dinheiro com a grande rede. Há quem acredite que a ascensão dos apps vai deixar a Internet amarrada ao interesse econômico e que podemos dar adeus à Internet livre e gratuita dos primeiros tempos; isso porque a Internet dos apps tem um modelo mais promissor ao conteúdo pago.

Outra diferença entre a web e os apps está no fato de que a primeira é mais acessível aos pequenos produtores de conteúdo. Desenvolver apps para várias plataformas e convencer o usuário a baixá-los não é tão simples como colocar um blog no ar. Para quem acredita na liberdade acima de tudo, a Internet dos apps vai parecer restritiva demais. Um bom exemplo dessa restrição é a revista Playboy que é publicada no iPad sem mulher pelada porque existe uma diretiva que proíbe belos corpos desnudos em apps da loja virtual da Apple.

A Internet está em transformação. Que bom, sinal que está viva. Daqui algum tempo saudosistas vão suspirar quando lembrarem dos tempos áureos da Web enquanto que os alinhados com a Internet dos apps vão achar que tudo ficou bem melhor. Talvez a Internet esteja perdendo o idealismo dos primeiros tempos para se tornar negócio de gente grande. Tudo bem, é assim que funciona desde que ela continue sendo o espaço público de todos.

Leia a matéria da Wired.

Crédito de imagem: Wired

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O Windows roda em mais de 90% dos computadores de mesa, notebooks e netbooks do mundo. Essa liderança esmagadora, porém, não se repete no mercado de celulares inteligentes onde sistemas operacionais como iOS, Android, Symbian e RIM travam disputa cerrada pela liderança sem que nenhum até agora tenha deixado os demais comendo poeira. O sistema da Microsoft para smartphones, o Windows Mobile 7, que estreou recentemente é apenas mais um nessa disputa pela telinha dos computadores de bolso que fazem ligações. Embora tenha sido bem avaliado pelos especialistas, o Windows Moblile 7 ainda precisa provar que é competitivo. Resumindo: a Microsoft reina nos computadores tradicionais, mas é um concorrente pouco cotado na disputa pelo mercado de smartphones.

Agora, outro segmento de computadores está surgindo: o dos tablets que começaram a virar objeto de desejo depois do lançamento do iPad da Apple. A Apple não inventou o tablet, conceito que existe há anos. O Windows dá suporte a esse tipo de aparelho há muito tempo. A façanha da Apple, porém, está em criar um produto que explora o potencial dos tablets de forma criativa, bem acabada e que encanta o consumidor. No segmento de tablets o sistema líder por enquanto é o iOS da Apple, mas estão surgindo os tablets com Android e eles vêm com fome ao prato.

A Google, empresa que mantém o Android, descobriu uma fratura na rocha dos sistemas operacionais e cravou sua cunha. Há fortes indícios de que o Android vai dominar nos smartphones. Se esse sistema se tornar líder também na telinha dos tablets ninguém o segura, pois os pequenos computadores móveis podem se tornar mais populares do que desktops e notebooks. Provavelmente, a história vai se repetir: a Apple estabelece o conceito e um concorrente ambicioso o massifica.

A Microsofot vai ter fôlego para encarar a ascensão do Android? Haverá algum dia Android para computadores de mesa? Não duvido. Quem lembra do vigor da Microsoft de anos atrás estranha o fato de ela ter perdido relevância tão rapidamente. Bem, não há o que reclamar. Nos velhos tempos a Microsoft também atropelava com truculência seus concorrentes.

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Em 2010 a palavra smartphone entrou para o vocabulário do povão. Todo mundo agora quer um smart com touch e GPS. Os produtos mais comentados no Twitter foram iPhone e iPad, os dois badalados aparelhos móveis da Apple. Notebooks e netbooks empataram com os computadores de mesa em unidades vendidas no Brasil. Computação em nuvem, lojas de aplicativos, tablets, e-book readers, Internet 3G, parece que a vida digital está ganhando mobilidade no Brasil rapidamente.

Com a migração irreversível para a mobilidade dos dados vem a pergunta: o que vai ser daqueles caixões de abelha também conhecidos como computadores desktop? Por mim, podem virar ninho de pombos, afinal quem vai sentir saudades desses paralelepípedos feiosos cheios de espaços vazios por dentro e que soltam fios para todo lado? Queremos liberdade de movimento e pensamento.

Talvez o computador desktop ganhe uma sobrevida com suas variações mais modernas como o destop míni ou o tudo em um. O tipo míni, como o nome diz, é compacto e cabe em qualquer cantinho. Com isso, pode ser usado em espaços domésticos reduzidos, que são a realidade do lar moderno. Os modelos tudo em um íntegram o gabinete ao monitor, o que economiza espaço e elimina fios. Ambas as soluções são mais elegantes e, normalmente, são produzidas com design mais arejado, nada parecido com aqueles tijolões beges, nossos velhos conhecidos.

Mesmo com os avanços em praticidade e design as novas soluções para o computador de mesa vão ser questionadas porque falta de mobilidade e, principalmente, porque são desenvolvidas para sistemas operacionais da era desktop. Mesmo que os computadores desktop ganhem monitores sensíveis ao toque continuarão trazendo a herança do comando pelo mouse. Pelo menos até o dia em que surgir sistema operacional Android para computadores fixos.

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Se você tem consciência ambiental, smartphone e mora nos Estados Unidos a dica é o aplicativo My recycle list. Funciona no iPhone e em celulares com Android. O programinha permite encontrar pontos de coleta em território americano para os mais diversos resíduos como baterias, eletro-eletrônicos, produtos tóxicos, remédios vencidos ou podas de jardinagem. Se o celular tiver GPS dá para encontrar os pontos mais próximos do usuário.


Para quem não mora nos Estados Unidos e não tem smartphone restam algumas reflexões. Os americanos estão entre os povos que mais geram resíduos no mundo e como o problema ambiental ignora fronteiras é bom saber que eles contam com uma logística avançada para reciclagem das montanhas de resíduos que produzem. A existência do aplicativo My recycle list faz sentido porque lá existe uma rede de coleta com mais de 120.000 pontos espalhados pelo país. Os locais cadastrados no aplicativo incluem possibilidades de reciclagem, reuso e doação.

Quando teremos algo parecido no Brasil? Primeiramente, espero que nunca alcancemos os índices de consumo dos Estados Unidos, assim teremos menos resíduos para tratar. Depois precisamos estruturar nossa rede de coleta de resíduos. Apenas algumas poucas cidades brasileiras tem estrutura de coleta para resíduos especiais como lâmpadas fluorescentes, pesticidas ou solventes. Acredito que a nova lei de resíduos sólidos vai impulsionar a formação dessa rede. Quando isso acontecer, poderemos nos dedicar a cuidar da reciclagem com auxílio de smatphones estilosos. Só não sei se usarei um iPhone ou em um Android. Qual será o mais ecológico?

Crédito de imagem: My Recycle List

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