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Posts Tagged ‘artefatos’


No princípio Steve Jobs criou o iPad. Para muitos nativos digitais esta é a história da tecnologia. Quem está há mais tempo na estrada sabe, porém, que antes de chegarmos aos tablets uma longa estrada foi percorrida. Fiz um rastreamento na minha memória relembrando os aparelhos que já usei e que hoje podem ser substituídos de alguma forma por um tablet. A lista ficou extensa e quem tiver curiosidade pode ve-la na minha linha do tempo pessoal de evolução tecnológica.

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A tecnologia não pára e faz com que os aparelhos vão se sobrepondo rapidamente. Avanços tecnológicos são bons para o meio ambiente, pois costumam ser mais eficientes e multifuncionais do que os antecessores, mas o obsoletismo rápido dos aparelhos gera pilhas de sucata. Pela minha contabilidade familiar já adquiri:

  • 1 tablet
  • 3 smartphones
  • 10 celulares
  • 3 notebooks
  • 4 desktops
  • 2 impressoras
  • 2 modens
  • 1 roteador
  • 3 televisores
  • 5 câmeras fotográficas
  • 2 mp3 players
  • 2 DVD players
  • 2 consoles de videogame
  • 2 aparelhos de som
  • 2 aparelhos de som automotivos
  • 4 aparelhos telefônicos
  • 2 rádios relógio
  • 1 agenda eletrônica
  • 4 relógios de pulso

São 55 aparelhos fora os que esqueci que ajudaram no progresso da indústria, dos quais 21 ainda estão na ativa. De qualquer forma parece muito para minha atual visão minimalista. O curioso é que o ritmo das minhas aquisições tem aumentado nos últimos anos, em parte por necessidade profissional e pelo crescimento da família, mas principalmente pela pressão social de se manter atualizado com a corrida tecnológica. Minha expectativa é que no futuro haja menos aparelhos  e mais recursos em cada um deles, mas não parece ser essa a tendência da indústria que se prepara para a era da computação vestível e onipresente.

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Mudança de endereço

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Após alguns anos na liderança o veterano Fiat Uno Mille foi desbancado pelo Renault Clio, outro velho conhecido produzido no Brasil. A tabela do Inmetro este ano veio com boas novidades. Aumentou bastante o número de veículos etiquetados; de 103 modelos em 2012 para 352 em 2013. Houve uma melhora do desempenho dos veículos; só para exemplificar: o carro mais econômico de 2013 faz 10,1 km/l de etanol contra 9,8 km/ do carro mais econômico de 2012. Outra novidade bacana é que o Inmetro criou uma classificação geral onde os carros não estão divididos em categorias. Dessa forma, é possível comparar carros de portes diferentes. A lista nos mostra que tamanho não é documento. Há carros grandes ganhando de carrinhos pequenos em economia de combustível. Isso prova que a tecnologia pode ter mais influência na economia do carro que a cilindrada do motor. Vamos aos melhores resultados:

Novo Clio Expression 2013

Consumo combinado com Etanol (álcool)

  1. Renault Clio Authentique/Expression 1.0
    10,10 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  2. Fiat Uno Mille Fire Economy1.0
    9,80 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  3. Nissan March 1.0
    9,65 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  4. Fiat Novo Uno Economy Evo 1.4
    9,55 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  5. Renault Clio Authentique/Expression 1.0 com Ar condicionado
    9,35 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  6. Fiat Mille Way Economy 1.0
    9,15 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: B
    Classificação geral: A
  7. VW Gol Ecomotion 1.0
    9,10 km/l
    Classificação na categoria: B
    Classificação geral: A
  8. Nissan March 1.0 com ar condicionado
    9,05 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: B
    Classificação geral: A
    VW Novo Gol 1.0 Bluemotion technology
    9,05 km/l
    Compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B
    VW Novo Voyage 1.0 Bluemotion technology
    9,05 km/l
    Médio
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B
  9. Kia Picanto 1.0
    9,00 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: C
    Classificação geral: B
    Ford Fiesta Hatch 1.6
    9,00 km/l
    Compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B
  10. VW Polo Bluemotion
    8,95 km/l
    Compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B

Consumo combinado com gasolina

  1. Ford Fusion Hybrid 2.0
    16,85 km/l
    Grande
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  2. Renault Clio Authentique/Expression 1.0
    15,05 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  3. Toyota Prius 1.8
    15,00 km/l
    Médio
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  4. Fiat Uno Mille Fire Economy1.0
    14,15 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  5. Fiat Novo Uno Economy Evo 1.4
    13,85 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  6. Nissan March 1.0
    13,80 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
    Smart Fortwo 1.0
    13,80 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  7. Renault Clio Authentique/Expression 1.0 com Ar condicionado
    13,70 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
    Smart Fortwo 1.0 turbo
    13,70 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  8. Nissan March 1.0 com ar condicionado
    13,40 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: B
    Classificação geral: A
    Fiat Novo Vivace Evo 1.4
    13,40 km/l
    Sub-compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: A
  9. VW Novo Gol 1.0 Bluemotion technology
    13,35 km/l
    Compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B
    VW Novo Voyage 1.0 Bluemotion technology
    13,35 km/l
    Médio
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B
    Renault Sandero Authentique 1.0
    13,35 km/l
    Compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B
    Renault Logan 1.0
    13,35 km/l
    Médio
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B
  10. Peugeot 207 HB Blue Lion 1.4
    13,30 km/l
    Compacto
    Classificação na categoria: A
    Classificação geral: B

O consumo combinado que usamos aqui é a média entre o consumo urbano e o rodoviário. Como a maioria dos carros circula em ambiente misto, ora no trânsito urbano, ora em vias expressas, acreditamos que o consumo combinado dá uma melhor ideia da economia do carro.

Reparem nas curiosidades que a lista nos revela:

  • Carros veteranos podem ser mais econômicos do que modelos novos com proposta ecológica.
  • Carros grandes podem vencer modelos pequenos graças a uma tecnologia mais avançada.
  • A classificação na categoria precisa ser avaliada em conjunto com a classificação geral que coloca todos os modelos na mesma tabela.

Veja a planilha completa no site do CONPET.

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Faz tempo que a televisão e o computador namoram pra casar, mas até agora a prometida convergência entre essas duas mídias continua agendada para futuro indeterminado. Deixar a TV mais parecida com o computador não é apenas uma questão de equipamento e envolve novos modelos de distribuição dos conteúdos, diferentes dos tradicionalmente associados com a mídia TV. Se quisermos as vantagens do computador disponíveis no sofá da sala enquanto assistimos telejornais, esportes, séries e programas de variedades será preciso mudanças no caminho que o conteúdo faz até chegar no aparelho. Temos canais abertos, canais assinados, programação pay-per-view, programação sob demanda como a Netflix e Netmovies. Alguns podem ser adaptados a uma televisão informatizada, outros não, mas ainda não chegamos a um modelo ideal que oferecesse vantagens como:

  • Liberdade para ver qualquer programa ao vivo ou em arquivo a qualquer momento em alta resolução.
  • Liberdade para escolher a forma como o sinal chega até o aparelho. Pode ser pelo ar na forma tradicional ou pelo protocolo TCP IP da Internet.
  • Canais programados pela distribuidora ou pelo usuário. Que tal montar sua própria grade de programação?
  • TV com sistema operacional de verdade. Que tal se o seu aparelho de TV viesse com Android?
  • Conexão da programação com mídias sociais. Que tal comentar o programa nas redes sociais enquanto assiste?

Tudo bem, existem várias soluções na praça que aproximam a TV do computador como as listadas a seguir, mas nenhuma delas ainda pode ser considerada a tendência matadora.

  • Smart TV. Quem está se saindo bem com essa ideia é a Samsung. As smart TVs da empresa coreana podem ser comandadas por voz ou movimentos corporais, permitem navegação pela Internet; se integram a redes sociais, têm loja de aplicativos, admitem upgrade, comunicam-se com aparelhos próximos usando protocolos wi-fi e bluetooth, ou seja, fazem muitas coisas típicas de computadores. Dá até para assistir televisão nelas.
  • Monitor TV. Os monitores TV estão se popularizando. A mesma tela serve como monitor ou TV digital full HD com conversor digital brasileiro integrado.
  • Apple TV. A caixinha preta da Apple é um computador dedicado que funciona como a parte final de um modelo de negócio sonhado por Steve Jobs. Nesse modelo, o cliente compra programas na lojinha da Apple e assiste sob demanda. Não é exatamente a TV que conhecemos, está mais para um sistema de venda avulsa de programas. É preciso uma tela à parte para exibir o conteúdo.
  • Sintonizadores para computador. Os sintonizadores capturam o sinal da TV analógica ou digital e mandam para dentro do computador que tomará as providências para levar as imagens até a tela mais próxima. Há modelos externos ou placas para uso interno.

Nos Estados Unidos, as smart TV já são o segundo dispositivo de acesso à Internet, atrás dos computadores e à frente dos tablets. É um sinal de que a TV computador está vindo para ficar. Em breve, teremos computadores de tela grande pendurados na parede.

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O smartphone de bambu é uma boa opção para quem gosta de marcar posição em favor do meio ambiente. O aparelho ainda está em fase de desenvolvimento pela ADzero, mas já desperta interesse pelo design refinado e pelo apelo ecológico. Para ser franco, não creio que um celular com revestimento externo em bambu possa ser considerado ecológico, mas pelo menos ele chama a atenção para a possibilidade de usar materiais com baixo impacto ambiental na indústria de alta tecnologia. Eu gostei da ideia e compraria um smart de bambu com satisfação, desde que o preço e a tecnologia também fossem interessantes.

O bambu é um material muito versátil com infindáveis aplicações como a construção de casas, móveis, objetos de decoração e de vestuário. Bambu cresce rápido, é durável, resistente e bonito. Sem dúvida, um material ecológico cada vez mais popular e explorado pela indústria. Para alguns, o celular de bambu pode parecer exótico, mas vamos lembrar que a Asus já produziu com sucesso notebooks revestidos de bambu. Quem é mais rodado (experiente? antigo?) como eu deve lembrar dos televisores com gabinete de madeira. Voltando um pouco mais no tempo, vamos encontrar os aparelhos de som construídos em móveis de madeira, Eram as saudosas radiolas. E não podemos esquecer dos rádios com caixa de madeira que foram populares por décadas. Usar materiais orgânicos em produtos tecnológicos não é nenhuma novidade portanto.

Uma coisa é certa, por mais estiloso que seja o smartphone de bambu, você não deve adquiri-lo caso tenha um smartphone em boas condições de uso. Ecológico é fugir das tentações do consumismo.

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Qual é o aparelho eletrônico mais bem sucedido da História? Engana-se quem pensou em algum gadget da Apple que comece com a letra i. iPod, iPhone e iPad são produtos com menos de dez anos de estrada. Há bem mais tempo, em 1981, a HP lançava uma linha de calculadoras eletrônicas encabeçada pela HP12C. Passados trinta anos, as calculadoras HP continuam vendendo bem obrigado. O design praticamente não mudou desde o lançamento e o preço continua salgado considerando que calculadoras nos dias de hoje são distribuídas pelas empresas como brinde.

Estamos acostumados a fazer uma associação automática entre produtos eletrônicos e obsoletismo rápido. Em nossas cabeças, basta cruzar a porta da loja com um gadget na mão para que ele se torne irremediavelmente obsoleto. Qual seria então o segredo da longevidade da calculadora HP12C? Bem, ouso dizer que a indústria eletrônica também está sujeita às leis imutáveis do amadurecimento e a calculadora HP12C está se tornando o primeiro clássico desse ramo.

A HP12C é uma calculadora financeira que muita gente nem conhece, mas prestigiada entre os profissionais de ciências exatas. Uma das coisas que mais chama a atenção nessa calculadora é a ausência do sinal de igual. Para fazer a continha 2 + 2 = 4 nela é preciso digitar 2 ENTER 2 +. Parece estranho, mas o tempo já provou que a notação polonesa (RPN Reverse polish notation) utilizada pela 12C é mais produtiva do que a das calculadoras mais populares. Não é fácil usar uma HP12C, tanto que existem muitos cursos que ensinam como explorar ao máximo o potencial dessa maquininha poderosa.

Ao comemorar 30 anos no mercado a HP12c entrou para o seleto grupo de produtos atemporais que atravessam décadas sem perder o lugar na vitrine das lojas. Pois é, um produto da indústria eletrônica agora sobe ao panteão dos clássicos onde se junta a clássicos como Kombi, caneta tinteiro Parker e Biotônico Fontoura.

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Esta semana estive no Templo do Consumo (shopping center) e como sempre faço, parei na vitrine da joalheria para observar os relógios masculinos. Belos artefatos de marcas famosas de primeira linha em exposição: Breitling, Longines, Omega, Rolex, Tag Heuer. Design sofisticado, precisão impecável, maravilhas da mecânica e da eletrônica, enfim.  Tudo perfeito, não fossem dois detalhes. Um deles é o preço que fica em média na faixa de R$ 10.000,00, mas que pode disparar para muito além disso. O segundo detalhe é a pergunta: quem precisa de relógio de pulso?

Eu já tive vários relógios de pulso, bons mas de marcas mais modestas que podem ser comprados com um zero a menos na nota fiscal. O último deles parou de funcionar faz alguns meses e, sinceramente, vai continuar parado porque não vou mais atrás de reparos e pilhas. Posso ver a hora no computador, no celular e até no microondas. Os relógios de pulso cumpriram sua função e agora se reúnem a outros artefatos maravilhosos e obsoletos como canetas tinteiro e máquinas de escrever.

Lá no Templo do Consumo a vitrine estava cheia de relógios de alto padrão. Calculei que estavam expostos mais de R$ 500.000,00 em mercadoria. Sinal que os relógios estão vendendo como nunca e que a minha teoria sobre o obsoletismo deles é furada. Quem desembolsa R$ 10.000,00 por um relógio de luxo não está atrás apenas do belo design e da mecânica fina. Da mesma forma, ainda se vende canetas tinteiro por preços estratosféricos que serão usadas de vez em quando para assinar contratos importantes. Relógios de pulso têm uma sobrevida garantida por conta de valores como tradição, status e elegância. São misteriosas as relações entre utilidade e valor.

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Anos atrás uma colega me aconselhava com bom humor: “Você devia cuidar melhor do seu patrimônio.” A advertência era por causa de meu hábito de carregar o celular no bolso de frente da calça. Naquela época, eu não dava valor aos avisos de minha amiga, mas tenho que reconhecer que ela estava adiante de seu tempo. A OMS (Organização Mundial de Saúde) incluiu recentemente os celulares no grupo de risco 2B. Estão nessa categoria produtos como café e vegetais em conserva que podem ser cancerígenos embora ainda não existam estudos conclusivos que comprovem os riscos. A escala da OMS apresenta três níveis de risco:

  • Nível 1: itens comprovadamente cancerígenos como tabaco, amianto e radiações ionizantes.
  • Nível 1B: itens possívelmente cancerígenos como anabolizantes e atividades ligadas ao refino de petróleo.
  • Nível 2B: itens com potencial cancerígeno não comprovado de forma conclusiva como a cafeína e os celulares.

O risco potencial dos celulares está associado às ondas eletromagnéticas que o aparelho emite durante seu funcionamento e que estão na faixa da radiação não ionizante. Apesar de serem menos agressivas que a radiação ionizante as ondas do celular poderiam ser comparadas em uma analogia tosca a um forno de microondas de baixa potência. Quando você usa o celular colado à cabeça estaria cozinhando seu cérebro. A massificação do uso dos celulares e o surgimento dos smatphones que emitem ondas de maior potência podem ter influído na decisão da OMS de colocar esses aparelhos na lista de itens com dano potencial à saúde. Felizmente, podemos minimizar o risco com iniciativas simples. Vejamos algumas dicas dos especialistas:

  • Crianças longe do celular. Os ossos do crânio da criança ainda estão em formação, o que as torna mais vulneráveis às radiações emitidas pelo celular. Alguns pais tratam celular como item de segurança para os filhos, outros pensam que celular é uma questão de modernidade, mas quem sabe não seria melhor adiar o ingresso das crianças no estressante mundo da conexão em tempo integral?
  • Use fone de ouvido ou viva voz. A ideia é manter o celular longe do cérebro, parte do corpo mais sensível às radiações do aparelho. Headsets sem fio com blueetooh estão liberados porque as ondas emitidas por essa tecnologia são de baixa frequência e intensidade.
  • Não durma com o celular na cama. Quem usa o celular como despertador deve mantê-lo longe do corpo. Taí uma boa prática para quem não entende a diferença entre acordar e levantar. Deixando o celular na cômoda, por exemplo, você precisa sair da cama para desligar o alarme.
  • Não carregue o celular junto ao corpo. O celular emite ondas mesmo quando não está em uso. Deixe-o sobre a mesa, no porta luvas, na bolsa. Os esquecidos serão acusados de usar celular fixo, mas compensa, principalmente para os homens que costumam levar o celular no bolso da frente. Só não me perguntem se o celular causa impotência.
  • Evite locais de sinal fraco. Em áreas com sinal fraco o celular compensa emitindo ondas de maior potência. Obviamente, não há muito que fazer quanto a isso a não ser desligar o celular nas áreas de sombra de sinal.
  • Fale menos no celular. Essa regra é recomendada pela OMS e pela OMMPF (Organização Mundial dos Maridos que Pagam a Fatura)

Como se vê, é fácil se prevenir contra os danos potenciais do celular à saúde. Seguindo as regras, o cidadão leva de bônus algumas vantagens como menos atrasos matinais e uma fatura mais barata.

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