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Posts Tagged ‘Informática’


No princípio Steve Jobs criou o iPad. Para muitos nativos digitais esta é a história da tecnologia. Quem está há mais tempo na estrada sabe, porém, que antes de chegarmos aos tablets uma longa estrada foi percorrida. Fiz um rastreamento na minha memória relembrando os aparelhos que já usei e que hoje podem ser substituídos de alguma forma por um tablet. A lista ficou extensa e quem tiver curiosidade pode ve-la na minha linha do tempo pessoal de evolução tecnológica.

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A tecnologia não pára e faz com que os aparelhos vão se sobrepondo rapidamente. Avanços tecnológicos são bons para o meio ambiente, pois costumam ser mais eficientes e multifuncionais do que os antecessores, mas o obsoletismo rápido dos aparelhos gera pilhas de sucata. Pela minha contabilidade familiar já adquiri:

  • 1 tablet
  • 3 smartphones
  • 10 celulares
  • 3 notebooks
  • 4 desktops
  • 2 impressoras
  • 2 modens
  • 1 roteador
  • 3 televisores
  • 5 câmeras fotográficas
  • 2 mp3 players
  • 2 DVD players
  • 2 consoles de videogame
  • 2 aparelhos de som
  • 2 aparelhos de som automotivos
  • 4 aparelhos telefônicos
  • 2 rádios relógio
  • 1 agenda eletrônica
  • 4 relógios de pulso

São 55 aparelhos fora os que esqueci que ajudaram no progresso da indústria, dos quais 21 ainda estão na ativa. De qualquer forma parece muito para minha atual visão minimalista. O curioso é que o ritmo das minhas aquisições tem aumentado nos últimos anos, em parte por necessidade profissional e pelo crescimento da família, mas principalmente pela pressão social de se manter atualizado com a corrida tecnológica. Minha expectativa é que no futuro haja menos aparelhos  e mais recursos em cada um deles, mas não parece ser essa a tendência da indústria que se prepara para a era da computação vestível e onipresente.

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Os tablets são o sonho de consumo da vez, mas tenho visto que eles não são uma unanimidade, principalmente entre os profissionais de Informática, que teoricamente seriam entusiastas das inovações tecnológicas digitais. Já ouvi comentários do tipo: “Belo brinquedinho esse tablet, mas para trabalho prefiro meu velho PC.” A resistência dos saudosistas do PC-Windows contra os tablets seria uma rabugice de quem tem preguiça de se adaptar ou faz sentido? Quando comecei a usar tablets tropecei em várias pequenas pedras e como neste blog tento ensinar para aprender vou comentar algumas das minhas dificuldades com as tabuinhas. Não sou ingênuo a ponto de acreditar na existência de interfaces intuitivas. Em Informática tudo é uma questão de aprender novas convenções e mudar de hábitos. Não vamos nos iludir, porém que os tablets estejam maduros para substituir os PCs em todas as suas funcionalidades. Aliás, não foi para isso que foram criados. No futuro, mudaremos de dispositivo várias vezes durante o dia, escolhendo o mais adequado para cada necessidade. Vamos começar pelas funções executadas de forma diferente no novo suporte.

tablets

  • CTRL+ALT+DEL. A maioria das dificuldades de quem começa a usar tablets vem da ausência do teclado físico. Felizmente, os tablets extinguiram o CTRL+ALT+DEL, comando difícil de executar com uma só mão. Para desbloquear um tablet existem várias opções. A mais simples é deslisar o botão de desbloqueio pela tela, mas cuidado com essa comodidade insegura. Nos dispositivos móveis é padrão gravar todas as senhas para comodidade do usuário. Se um estranho tiver acesso ao tablet poderá fazer uma farra com seus dados e, por isso, é melhor configurar um desbloqueio mais seguro. Use senha, reconhecimento biométrico ou ligar pontos na tela com o dedo.
  • Menu Iniciar. As aplicações disponíveis em um tablet são exibidas na tela inicial sob forma de ícones. Lembre que a tela inicial é comprida na horizontal e basta deslizá-la para esquerda e direita. No iPad, é possível criar grupos de ícones que lembram as pastas do menu Iniciar do Windows. Faça assim: mantenha o dedo sobre um ícone até que ele comece a tremer. Em seguida, arraste-o até o outro ícone que você quer agrupar. Será criado um grupo. Depois disso, é só arrastar os demais ícones para o grupo.
  • Barra de tarefas. Para saber quais aplicações estão ativas em um iPad dê duplo clique no botão frontal do aparelho. Se preferir, deslize com quatro dedos para cima a base da tela inicial. Em tablets Android há várias possibilidades: Em alguns casos, basta manter o botão liga/desliga pressionado por instantes e selecionar Aplicações recentes no menu. Tente também, manter o botão Home pressionado por instantes. Alguns usuários de Android preferem instalar gerenciadores para controlar as aplicações ativas.
  • Botão direito do mouse. Nos tablets, algumas funções do botão direito podem ser alcançadas mantendo o dedo sobre a tela por instantes para chamar o menu de contexto.
  • Minimizar programa. Para minimizar um aplicativo no iPad faça o movimento de juntar os quatro dedos na tela. Se você pressionar o botão frontal do iPad o resuultado é o mesmo. No Android, toque o botão home.
  • Alternar entre programas. No iPad, deslize quatro dedos pela tela na horizontal. Com isso, você vai passar de uma aplicação ativa para outra.
  • Fechar programas. Em tablets não é preciso fechar aplicativos. Deixe por conta do sistema operacional fechar os aplicativos menos usados quando ele achar necessário. Assim, os aplicativos que você usa mais estarão semre carregados na memória. Mas se você é teimoso e quer fechar os aplicativos ociosos porque no Windows era bom fazer isso instale um gerenciador de aplicações e mantenha seus apps na rédea curta.
  • SHIFT e CAPS LOCK. Para digitar uma letra maiúscula, o teclado virtual tem tecla SHIFT (seta para cima). Em início de frases, o sistema se encarrega gentilmente de pressionar SHIFT por você. Para fixar as maiúsculas toque duas vezes a tecla SHIFT. Dois toques novamente desligam as maiúsculas.
  • Acentos e cedilha. Encontre vogais acentuadas e o cê cedilha no teclado virtual do tablet mantendo o dedo sobre a letra básica por alguns instantes.
  • Caracteres especiais. Os teclados virtual tem uma camada para letras, outra numérica e uma para caracteres extras.Os caracteres tradicionais do teclado físico como # $ % & estão lá. Mantendo o dedo sobre a tecla básica surgem as variações.
  • Print Screen. Para gerar uma imagem da tela do iPad pressione o botão liga/desliga e em seguida o botão frontal do aparelho.
  • Selecionar, recortar, copiar e colar. Quando estiver visualizando páginas de Internet ou documentos de texto em um tablet, toque na tela por instantes para que apareça a área de seleção. Arraste as alças da área para definir a seleção e depois toque o comando desejado.
  • Suspender, hibernar e desligar. No PC, suspender é colocar a máquina em baixo consumo de energia e hibernar é desligá-la memorizando informações para restabelecer a área de trabalho do mesmo jeito que foi deixada antes do desligamento. Nos tablets essas funcionalidades são padrão, basta um toque no botão liga-desliga para que eles entrem ou saiam do modo suspenso. O iPad conta com um charme a mais: Basta levantar a capa magnética para o aparelho voltar ao estado ativo. Alguém desliga tablets? Considerando o baixo consumo dessas engenhocas, creio que só pessoas metódicas lembram de desligá-los.

Tablets não resolvem todas as paradas. No próximo post vamos falar de tarefas que só um PC dá conta.

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Eu peguei uma época em que o contato com o computador acontecia pelo guichê do departamento de Informática da Universidade. Você entregava um maço de cartões perfurados e dias depois recebia algumas folhas de formulário contínuo com o resultado do processamento. Depois vieram os computadores pessoais de mesa. Que revolução ter um computador em casa! Com o tempo, os notebooks se tornaram mais acessíveis. Que maravilha poder usar o notebook no sofá ou na cama. A chegada dos smartphones e tablets ampliou a mobilidade da computação, pois essas pequenas tabuinhas eletrônicas vão junto com o dono para qualquer lugar. O computador está a cada dia mas próximo de nós, mas essa evolução fantástica até agora não se compara ao que está por vir. Chegará o dia em que a computação estará em todos os lugares, viveremos imersos nela e será difícil imaginar a realidade sem computação onipresente. Perceba o detalhe: não falamos de computadores, mas de computação em todo lugar. Você já deve ter visto exemplos desse admirável mundo novo no cinema. Vamos relembrar:

Visão de exterminador do futuro. Olhar para as coisas e receber informações precisas sobre o objeto focado não é privilégio de robôs bombados. Aplicativos de celular como o Layar nos dão informações sobre objetos focalizados na câmera do aparelho. O óculos do Google promete trazer mais comodidade para quem olha para as coisas e quer saber mais. Recursos como esses não servem apenas para exterminar pessoas. Imagine a cena: alguém se aproxima e você entra em desespero. “Conheço esse cara, mas não lembro o nome”. Com um Google glass a vida fica mais simples, pois o nome da pessoa vai aparecer na lente do óculos como se fosse mágica. Outra possibilidade: Se você for ao museu pode saber na hora todas as informações do quadro que está olhando.

Pesquisando bancos de dados com as mãos. No filme Minority Reporto personagem de Tom Cruise busca informações movendo hologramas no ar com as mãos. Nesse caso, a realidade já superou a ficção, pois hoje é possível comandar programas com gestos sem uso de luvas especiais como no filme. Aparelhos como o Kinect da Microsoft captam nossos gestos sem precisar de nenhum acessório preso ao corpo. Televisores Samsung da linha Smart podem ser comandados por voz ou gestos e estão à venda em uma loja Casas Bahia perto de você.

As coisas conversam com você. No filme Eu Robô, o personagem de Will Smith passa por uma loja e é cumprimentado por uma voz agradável que sabe seu nome e tem uma ótima sugestão de compra a lhe fazer. Reconhecimento facial já é uma realidade em sistemas de segurança. O mapeamento dos hábitos de consumo do comprador já é feita por vários sites que visitamos. É questão de tempo para juntarem essas duas pontas.

O oráculo que tudo sabe. No filme AI Inteligência Artificial existe um local onde é possível saber a resposta para qualquer pergunta. Na verdade, esse oráculo é um holograma que interage com a pessoa de forma natural. O Google tem planos de ser esse oráculo e pretende estar a cada dia mais presente em nosso cotidiano de forma que não será preciso visitar nenhuma tenda misteriosa para consultá-lo. Quem tem celular conectado à Internet pode falar para o Google o que gostaria de buscar. A resposta do Google pode ser direta como no caso de você desejar a previsão do tempo para sua cidade.Imagine esse modelo ampliado ao ponto de Google se tornar um assistente que ouve o tempo todo o que você fala e lhe dá respostas à medida que identifica dúvidas na sua fala.

Caminhamos para um admirável mundo em que a sua casa sabe que você está chegando e o recebe com as luzes acesas, ar condicionado ligado e portas destravadas. Nesse mundo será difícil saber onde ficam os computadores, pois eles estarão em todo lugar, interligados entre si em uma assustadora inteligência global onipresente.

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De vez em quando me bate uma preocupação com a segurança de meus dados. Dura pouco tempo, mas nessa hora lembro que investi tempo e dinheiro para produzi-los e que de certa forma eles contam a história da minha vida. Então me vém à cabeça a regra ideal do backup: mantenha cópia independente de seus dados, de preferência em suporte diferente, em local diferente, protegido por senha diferente. Com a crescente diversidade da vida digital fica a cada dia mais difícil cuidar dos nossos preciosos dados pessoais. São muitas informações espalhadas por vários dispositivos e ambientes e, pode crer, elas ficam bem mais preciosas quando perdidas. Só para ter uma ideia vejamos alguns dados pessoais que precisam de backup:

  • Arquivos. Documentos, planilhas, imagens, áudio, vídeos, etc. Para a maioria das pessoas fazer backup é copiar arquivos.
  • E-mails. Contêm informações importantes, têm valor de documento e podem guardar lembranças como as cartas de antigamente.
  • Favoritos. Em muitos casos a coleção de favoritos é um patrimônio que leva tempo para construir e que funciona melhor do o Google.
  • Contatos: Nomes, endereços, telefones, e-mails. Certas agendas valem ouro e não vamos esquecer das que ficam guardadas em telefones celulares.
  • Presença digital Se você tem perfil no Facebook, blog no WordPress, fotos no Flickr, vídeos no YouTube ou indicações de lugares no Foursquare talvez não tenha se dado conta de que é preciso pensar na segurança dessas informações construídas ao longo do tempo.
  • Pacotes de instalação de software. Alguns programas são bem caros e é preciso garantir a restauração em caso de perda da instalação.
  • Preferências de ambiente. Em nossa vida digital configuramos ambientes com nosso toque pessoal. Exemplo simples é o seu perfil de usuário do Windows. Só percebemos como dá trabalho montar um ambiente depois que o perdemos.

O primeiro passo, portanto, para um backup seguro é saber quais dados são importantes para você. Depois vem a pergunta: onde fazer o backup?

  • Outro computador. Quem tem mais de um computador pode fazer cópias de backup no segundo computador aproveitando o espaço livre no HD. O custo é zero se considerarmos que o segundo computador seria adquirido de qualquer forma.
  • DVD. Para volumes pequenos de dados ou quando eles não mudam com freqüência, o DVD é a solução barata. Um DVD armazena até 4,7 GB de informação. O problema é que se trata de mídia não regravável. Custo: R$ 0,20 por GB.
  • HD externo. Volumes grandes de informação podem ser armazenados em HD externos que podem ser encontrados em capacidades como 500 MB ou 1TB. Regraváveis, mas sensíveis a choques e quedas. Custo: R$ 0,50 por GB.
  • Pendrive. Volumes médios de informação podem ser guardados em pendrive. É possível encontrá-los em capacidades como 16, 32 ou 64 GB. São pequenos, práticos e regraváveis. Custo: R$ 2,00 por GB.
  • Nuvem. A Internet nos oferece serviços de armazenamento de dados como Dropbox ou Skydrive para guardar dados na nuvem. Pequenos volumes podem ser guardados gratuitamente. É possível compartilhar os dados, sincronizá-los com vários aparelhos e ficam disponíveis em qualquer dispositivo conectado. O custo pode ficar salgado no longo prazo. No Dropbox uma cota de 100 GB custa US$ 9,90 por mês ou R$ 2,40 por GB por ano.

Para backup padrão empresarial, recomenda-se soluções profissionais (caras) como fita, espelhamento de discos ou baterias de discos com redundância.

Soluções de backup

Não existe solução única para backup e talvez você precise combinar várias soluções para dar conta de seus dados. Vejamos algumas opções.

  • Viver na nuvem. Algumas pessoas optam por deixar seus dados armazenados na Internet em vez de tê-los no computador, tablet ou smatphone. Dessa forma, a responsabilidade do backup fica a cargo do serviço que armazena os dados. Há uma vantagem nessa prática: se os seus documentos estão guardados no Google Docs, por exemplo, é bem provável que a política de backup do Google seja mais rigorosa e eficiente do que a sua. O seu cuidado deve ser em relação à sua conta no Google, pois perder o acesso equivale a perder os dados.
  • Aplicativos de backup. O Windows tem um aplicativo de backup que se encarrega de organizar o backup dos seus dados. Periodicamente, ele vai agendar uma operação de backup completa. Deixe por conta do aplicativo verificar se os arquivos foram alterados, onde estão e o que precisa ser copiado.
  • Sincronização entre dispositivos. Outra forma de fazer backup é contar com serviços que sincronizam automaticamente seus dados em mais de um local. Um exemplo é o novo Office da Microsoft que permite ao usuário manter seus arquivos tanto no computador como na nuvem. O aplicativo se encarrega de manter a sincronia entre os arquivos. Dessa forma os arquivos ficam disponíveis em mais de um lugar e sempre haverá uma cópia extra atualizada.

Erros clássicos

Fazer backup mal feito é quase a mesma coisa do que não fazer. Quem nunca cometeu algum desses erros?

  • As duas cópias estão em discos diferentes da mesma máquina. Ovos na mesma cesta.
  • O computador e a cópia de backup estão no mesmo recinto. E se houver incêndio,  roubo ou inundação?
  • As duas cópias estão em máquinas diferentes, mas ligadas pela mesma
  • rede. Os vírus não respeitam limites entre máquinas.
  •  O acesso às duas cópias depende do mesmo login e senha. E se a senha for perdida ou hackeada?

Dobradinhas de sucesso

Alguns casos bem sucedidos de segurança de dados que você pode adotar.

  • Foto no computador e no Flickr. O Flickr guarda a imagem original para você. Para quantidade grande de fotos é preciso pagar.
  • Arquivo no computador e no Dropbox. Para até 2 GB é grátis. Use serviços similares como o SkyDrive para ampliar sua cota gratuita.
  • Sincronize seus documentos entre computadores usando SkyDrive. Os arquivos ficam copiados nas várias máquinas que você usa e na nuvem. O sistema se encarrega de manter a sincronia entre versões.
  • Baixar para o computador e-mails do GMail. Tudo bem que o GMail faz backup, mas baixar cópia dos e-mails no computador usando um programa de e-mail local é uma segurança adicional para problemas com sua conta.
  • Exporte seu blog no WordPress. Você pode criar um arquivo de exportação de seu blog para guardar em seu computdor. Esse arquivo permite transferir o conteúdo do blog para outro servidor ou para recuperar o blog original em caso de perda de dados.

Para ser franco eu não sou muito rigoroso com backup, ou seja, sou igual à maioria das pessoas. Faço backup quando lembro ou sempre que uma premonição de coisa ruim paira sobre minha cabeça. Quem dera fosse possível manter uma cópia de reserva para tudo começando pelo que está na minha cabeça.

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Estamos na onda dos tablets e smartphones. Eles recebem nota dez em mobilidade; a experiência de comandar o aparelho com toques na tela sensível é uma beleza e os recursos de geolocalização impressionam. É difícil resistir aos encantos e à sensação de novidade que um tablet nos traz, mas será que no futuro esses dispositivos da hora vão aposentar os velhos computadores de mesa? Antes de responder, vamos pensar em alguns usos que, por enquanto, só os computadores de mesa conseguem atender a contento.

  • Várias janelas simultâneas. Escrever um texto, montar uma planilha e preparar uma apresentação, tudo ao mesmo tempo? Serviço para o computador desktop.
  • Dois ou mais monitores simultâneos. Quem gosta ou precisa usar mais de um monitor simultaneamente no mesmo computador vai precisar de um desktop.
  • Software pesado. Para rodar programas como Photoshop, Visual Studio ou AutoCAD, não se discute: computador de mesa é preciso.
  • Vários periféricos simultâneos. Teclado físico, impressora, scanner, leitor de código de barras, disco rígido externo, tudo ao mesmo tempo? Desktop.
  • Software “antigo”. Quer acessar versões jurássicas de software com mais de 12 meses de existência?
  • Gerenciamento de rede. Quer usar o computador como servidor?
  • Aceleração de vídeo. Para games uma placa aceleradora de vídeo cai bem.

Poderíamos nos estender na listagem de tarefas que apenas o desktop com seu longo currículo de serviços prestados pode cumprir. Ao que tudo indica, tablets e smartphones vieram para ocupar o lugar de segundo, terceiro dispositivo de Informática do cidadão. Para o serviço pesado e sujo continuaremos precisando do velho desktop, ou pelo menos de um notebook bem robusto. É assim que funciona a indústria. Primeiro você compra o aparelho básico e depois segue comprando o segundo, o terceiro …

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Quem é digital não faz certas coisas. Se você quer ganhar um selo digital este ano, evite os sete pecados:

  1. Fazer compras com papel moeda. Digital que se presa paga e recebe com cartão, transferência eletrônica, PayPal ou outro meio digital de pagamento, portanto, não toque em cédulas e moedas.
  2. Ouvir, assistir ou ler em mídia física. Nada de LP, CD, DVD ou bluray; prefira mp3, mpeg, DivX e outros formatos digitais para imagem e vídeo. Jornais, revistas e livros devem ser lidos em computador, smartphone, tablet ou e-book reader.
  3. Usar telefone fixo. O telefone fixo já cumpriu sua missão histórica, agora é a vez de soluções como smartphone, Skype, MSN Messenger, etc.
  4. Comprar em loja física. O cidadão digital encomenda tudo pela Internet. E quando digo tudo é tudo mesmo, incluindo roupas, pizza, flores e automóvel.
  5. Manter dados em computador local. Estamos na era da computação em nuvem. Os dados do homem digital estão em algum lugar não se sabe onde, mas o importante é que estão acessíveis em qualquer  lugar conectado.
  6. Usar tecnologia tradicional que tem equivalente digital. Artefatos como despertador, agenda ou calculadora têm equivalentes informatizados.
  7. Não compartilhar sua privacidade..Cidadão digital está integrado às redes sociais e à Web 2.0 que é colaborativa. O que você faz, você divulga e compartilha.

Ser digital sem cometer pecados é um desafio, mas lembre que os sete pecados tradicionais também são muito difíceis de evitar.

 

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O carregador do meu notebook foi para o espaço e eu sai atrás de um novo. A primeira pergunta que lhe fazem antes de vender esse acessório é: Qual é a marca e modelo do seu notebook? Como assim? É um simples carregador. Pois é, mas a voltagem de saída pode ser 12, 14, 16, 19, 20, 22 ou 24V e cada notebook exige um plug diferente. Durante minha pesquisa, fiquei sabendo que existem os carregadores universais. Eles vem com um seletor para ajuste da voltagem de saída, além de um pente de plugs intercambáveis. Com sorte, seu notebook vai se enquadrar em uma das combinações possíveis do carregador universal.

O carregador universal é um aparelho mais complexo do que os modelos específicos e, pela lógica, deveria custar mais caro. Na prática, o preço do carregador universal é um terço do cobrado por carregadores dedicados. É a lei da oferta e da procura em ação, obviamente. Apesar de mais complexo, o carregador universal tem maior rotação de estoque, menos variações na linha de montagem, etc. Só isso já bastaria para provar que o carregador universal é mais ecológico que os dedicados, mas pensando além, o ideal mesmo seria a padronização. Por que os fabricantes não pode produzir todos os notebooks com a mesma voltagem ou, pelo menos, com o mesmo plug?

A padronização dos carregadores já foi conseguida na indústria de celulares. A partir de 2012, todos os celulares sairão da fábrica no mesmo padrão e o carregador de um poderá ser usado em outro. As pessoas poderão trocar de celular e continuar usando o mesmo carregador. Isso vai evitar o descarte de milhares de toneladas de carregadores que são jogados fora em boas condições de uso. Fica aí o exemplo para a indústria da Informática. Em muitos casos, a intercambiabilidade de peças já foi alcançada. Os estabilizadores de tensão para computadores dektop, por exemplo, são universais há muito tempo. Você compra um estabilizador de tensão pela potência e não para uma marca específica de computador.

O carregador universal de notebook de hoje bem que poderia ser substituído por um carregador realmente universal. Uma só tensão de saída e um só tipo de plug. Esse carregador seria mais barato do que todos os modelos fabricados hoje em dia graças aos ganhos de escala. Pensando bem, não é só o carregador que poderia ser padronizado. Ele apenas alimenta a bateria e essa é a parte de maior impacto ambiental de um notebook. Qualquer iniciativa que aumente a vida útil da bateria é muito bem-vinda para o meio ambiente.

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