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O Instagram serviu para seus criadores embolsarem 1 bilhão de dólares vendendo o produto para o Facebook. Uma das funções do Intagram, portanto, é alimentar a crença popular de que qualquer jovem talentoso com uma boa ideia na cabeça e um computador nas mãos podem fazer fortuna repentina no admirável mundo novo da Internet. Mas para que serve o Instagram além disso? Antes, vamos esclarecer para as pessoas normais que o Instagram é um app que combina editor de fotografias com rede social. É um programinha que você instala em celulares do tipo smartphone, tira uma foto com o celular, edita a imagem no Instagram e publica na rede social do aplicativo. Até pouco tempo atrás ele só funcionava em um smpartphone específico: o iPhone, mas agora está disponível também para smarts Android. Os céticos dirão: editores de imagem existem muitos por aí e redes sociais onde dá para publicar fotos também. Então, qual é a função do Instagram? Digamos que a ideia dele é editar e publicar fotos mais rapidamente, de um jeito mais descolado. Até pouco tempo atrás, publicar uma foto no Instagram era símbolo de status, afinal só quem tinha um iPhone podia participar dessa seleta rede social de fotos estilosas. Olhando por esse ângulo, a verdadeira função do Instagram é mais sociológica do que tecnológica. Um pouco da aura de exclusividade do Instagram se perdeu quando ele foi liberado para celulares com Android, mas convenhamos, ter um smarthpone com pacote de dados, seja qual for, é um dos símbolos de status da atualidade.

Já ouvi dizer que o Instagram é um programinha de estragar imagens. Como fotógrafo amador, sou tentado a concordar com a piadinha. O forte do Instagram são os filtros artísticos. O usuário consegue aplicar filtros rapidamente e assim embeleza a foto com efeitos “artísticos”. Filtros artísticos são comuns em editores de imagens, mas o Instagram tem filtros retrô que caíram no gosto dos usuários. São filtros que dão um aspecto de foto antiga a uma foto novinhaem folha. Eureconheço o valor dos filtros artísticos, considero que são um verdadeiro prodígio da técnica, mas raramente os utilizo. A razão é simples: O uso de filtros tem que fazer sentido. Por que eu daria um aspecto envelhecido a uma foto que acabei de tirar? Depende do motivo fotografado, da ideia que quero passar, da atmosfera que gostaria de criar, etc. Não usaria um filtro só porque ele está na moda. Ninguém precisa pensar como eu, obviamente e publicar fotos com filtros da moda é uma motivação forte para muita gente que quer estar em dia com as tendências.

Não se sabe exatamente o que o Facebook vai fazer com o Instagram. Há quem diga que ele foi comprado por uma fortuna porque o Facebook adota a velha política de exterminar a concorrência na casca. Não sei por quanto tempo o app vai permanecerem evidência. Modinhascostumam desaparecer na mesma velocidade em que se tornam febre. Quem sabe o Instagram continue se renovando para manter a relevância e para evitar a pergunta: para que serve mesmo o Instagram?

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O smartphone de bambu é uma boa opção para quem gosta de marcar posição em favor do meio ambiente. O aparelho ainda está em fase de desenvolvimento pela ADzero, mas já desperta interesse pelo design refinado e pelo apelo ecológico. Para ser franco, não creio que um celular com revestimento externo em bambu possa ser considerado ecológico, mas pelo menos ele chama a atenção para a possibilidade de usar materiais com baixo impacto ambiental na indústria de alta tecnologia. Eu gostei da ideia e compraria um smart de bambu com satisfação, desde que o preço e a tecnologia também fossem interessantes.

O bambu é um material muito versátil com infindáveis aplicações como a construção de casas, móveis, objetos de decoração e de vestuário. Bambu cresce rápido, é durável, resistente e bonito. Sem dúvida, um material ecológico cada vez mais popular e explorado pela indústria. Para alguns, o celular de bambu pode parecer exótico, mas vamos lembrar que a Asus já produziu com sucesso notebooks revestidos de bambu. Quem é mais rodado (experiente? antigo?) como eu deve lembrar dos televisores com gabinete de madeira. Voltando um pouco mais no tempo, vamos encontrar os aparelhos de som construídos em móveis de madeira, Eram as saudosas radiolas. E não podemos esquecer dos rádios com caixa de madeira que foram populares por décadas. Usar materiais orgânicos em produtos tecnológicos não é nenhuma novidade portanto.

Uma coisa é certa, por mais estiloso que seja o smartphone de bambu, você não deve adquiri-lo caso tenha um smartphone em boas condições de uso. Ecológico é fugir das tentações do consumismo.

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Os principais fabricantes de aparelhos celulares fecharam acordo em 2009 para adotar carregadores de bateria universais a partir de 2012. A ideia é permitir que o consumidor possa usar o mesmo carregador com qualquer celular que venha a comprar, independente de marca, modelo ou tipo. As vantagens do carregador universal são inúmeras: você não precisa comprar carregador novo quando troca de celular e pode emprestar o carregador para um colega que tem aparelho de outra marca. Para o meio ambiente também há vantagens, pois a adoção dos carregadores universais evitará a produção de milhares de toneladas de lixo eletrônico todo ano. Como as pessoas trocam de celular com muita frequência, acabam acumulando carregadores em perfeitas condições de uso, mas que se tornam inúteis por não serem compatíveis com o aparelho recém-adquirido.

Pois é, 2012 chegou e, infelizmente, o carregador universal ainda não se universalizou. Algumas empresas  como Samsung e Sony Ericsson já adotaram o carregador universal, enquanto outras estão apresentando desculpas em vez de resultados. Para a ideia do carregador universal decolar é preciso vende-los separadamente e algumas empresas dizem que não é viável vender celular sem carregador. Mas espere aí, quando as empresas combinaram que adotariam o carregador universal não ficou claro que todas deixariam de fornecê-los como acessórios dos aparelhos novos? Se todos os fabricantes parassem de fornecer os carregadores junto com os aparelhos ninguém ficaria em desvantagem competitiva. A adoção do carregador universal de celular é um bom exemplo de como as coisas demoram a acontecer em função do emaranhado de interesses das empresas e do comodismo do consumidor.

A maioria das empresas de tecnologia já parou de fornecer manuais impressos de seus aparelhos. Quer manual? Vai na Internet e baixa o PDF. A supressão do manual impresso que poucos leem foi um processo lento, mas com ótima vantagem ambiental.  Será que o fim do carregador incluso será lento também?   Teremos que buscar alguma vantagem de mercado para a mudança acontecer? A dica para os marqueteiros insaciáveis é a seguinte: transformem os carregadores universais com marca em uma acessório de luxo. Assim dá para extrair uma grana extra do consumidor avarento.

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Estamos na onda dos tablets e smartphones. Eles recebem nota dez em mobilidade; a experiência de comandar o aparelho com toques na tela sensível é uma beleza e os recursos de geolocalização impressionam. É difícil resistir aos encantos e à sensação de novidade que um tablet nos traz, mas será que no futuro esses dispositivos da hora vão aposentar os velhos computadores de mesa? Antes de responder, vamos pensar em alguns usos que, por enquanto, só os computadores de mesa conseguem atender a contento.

  • Várias janelas simultâneas. Escrever um texto, montar uma planilha e preparar uma apresentação, tudo ao mesmo tempo? Serviço para o computador desktop.
  • Dois ou mais monitores simultâneos. Quem gosta ou precisa usar mais de um monitor simultaneamente no mesmo computador vai precisar de um desktop.
  • Software pesado. Para rodar programas como Photoshop, Visual Studio ou AutoCAD, não se discute: computador de mesa é preciso.
  • Vários periféricos simultâneos. Teclado físico, impressora, scanner, leitor de código de barras, disco rígido externo, tudo ao mesmo tempo? Desktop.
  • Software “antigo”. Quer acessar versões jurássicas de software com mais de 12 meses de existência?
  • Gerenciamento de rede. Quer usar o computador como servidor?
  • Aceleração de vídeo. Para games uma placa aceleradora de vídeo cai bem.

Poderíamos nos estender na listagem de tarefas que apenas o desktop com seu longo currículo de serviços prestados pode cumprir. Ao que tudo indica, tablets e smartphones vieram para ocupar o lugar de segundo, terceiro dispositivo de Informática do cidadão. Para o serviço pesado e sujo continuaremos precisando do velho desktop, ou pelo menos de um notebook bem robusto. É assim que funciona a indústria. Primeiro você compra o aparelho básico e depois segue comprando o segundo, o terceiro …

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Esta semana assisti uma apresentação do smartphone Samsung Galaxy S e fiquei impressionado com os recursos do aparelhinho. Veja também. O que me motivou a escrever esse post, porém, não são as qualidades desse candidato a matador de iPhone e sim o lado comportamental da relação entre o usuário e seu smartphone.

A apresentação da Samsung mostra um dia na vida de um feliz proprietário de Samsung Galaxy S. Esse dia começa com o smartphone despertando o jovem. Antes de sair da cama ele confere as informações básicas do dia: previsão do tempo, notícias, cotações da bolsa, agenda. No carro, o smart funciona como GPS e ajuda o rapaz a encontrar o caminho. No parque, o smart permite fazer uma filmagem em alta resolução e funciona como roteador para que o smartphônico usuário acesse a Internet no notebook. Com o aparelho, o dono acessa redes sociais, troca mensagens com os amigos e faz videochamadas. No trabalho, o smart ajuda com seus recursos para trabalhar com documentos. Ao voltar para casa, o smart é usado como controle remoto da TV e permite baixar jogos que funcionam integrados ao acelerômetro do aparelho.

Como se vê na apresentação um smartphone completo é um companheiro de todas as horas. Do ponto de vista ecológico ele é bem-vindo, pois substitui vários outros aparelhos. Vamos conferir? Com o smart você não precisará mais de despertador, agenda, termômetro, aparelho de GPS, filmadora, câmera fotográfica, roteador, telefone fixo, controle remoto e console de videogame. E isso é só uma parte dos recursos que o aparelho dispõe. Esse lado ecológico só vai funcionar, porém, se o usuário deixar de adquirir os outros bens, o que nem sempre é possível porque o smartphone oferece uma solução compacta e móvel para várias necessidades cotidianas. A solução robusta geralmente é melhor atendida por aparelhos dedicados.

Por ser móvel e multifuncional o smartphone é altamente viciante. A apresentação da Samsung é bem didática ao mostrar o aparelho na mão do usuário desde a hora em que ele acorda até quando volta para a cama no final do dia. Não sei se a tecnologia já produziu algum artefato com tanto potencial para causar dependência do que o smartphone. Como esses aparelhos estão deixando de ser exclusivos de geeks e começam a chegar às massas. não vai demorar para que se tornem assunto de psicólogos preocupados com o uso excessivo do bichinho. Usado com moderação e sabedoria smartphone é do bem, como qualquer tecnologia. O uso excessivo, por outro lado, torna-se uma inconveniência social. Talvez você já tenha passado pela experiência de ser deixado de lado em uma conversa por um smartphônico colega que resolve dar atenção preferencial ao aparelhinho. Quando o smartphone se torna o melhor amigo do sujeito é porque falta pouco para que se torne o amigo único.

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O uso da Internet no celular é uma experiência bem diferente da que temos em monitores de computador. A razão da diferença é simples e está no suporte, ou seja no aparelho e sua telinha de 3 polegadas em média. É impossível exibir em uma tela pequena a mesma quantidade de informação encontrada em um monitor de 17 polegadas. A Internet desenvolvida para monitores de computador é abundante, para não dizer exagerada. Quando você acessa a página de uma notícia, por exemplo, recebe também propagandas, chamadas para outras notícias, comentários, tags, formulário de busca, informações de redes sociais, links para outras áreas do site, etc. Toda essa informação extra é possível graças ao tamanho da tela e ao volume de dados que a banda consegue escoar. Os smartphones têm tela menor, processamento mais modesto e banda geralmente mais limitada. Além disso, as telas touchscreen pedem um design mais folgado para que a navegação seja feita com os dedos sem problemas. Essas limitações do suporte exigem uma Internet minimalista.

Uma coisa de cada vez. Essa é o recado para quem usa a Internet no smartphone. Será que a Internet móvel vai melhorar a concentração dos internautas? Talvez um pouco, mas bem pouco, porque embora a Internet móvel seja menos dispersiva, ela será baseada em drops de informação. Os produtores vão se adaptar a essa nova mídia compactando ainda mais seus conteúdos para exibição no celular. Por isso, quem está em busca de maior concentração a dica continua sendo a leitura de um romance de Dostoiévski. Ah, sim pode le-lo no smartphone.

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smartphones

O smartphone é um aparelho de muitos recursos. Ouvi dizer que dá até para fazer ligações telefônicas com ele. Com tantas funções, parece idiotice perguntar quem precisa desse aparelho, mas vamos levar em conta que praticamente todas as funcionalidades disponíveis em smartphones são encontradas em outros dispositivos. Além disso, a experiência que os smarts propiciam costuma ser inferior à que encontramos em aparelhos dedicados. Vejamos alguns exemplos:

  • Ligações e SMS. O smartphone faz ligações e envia torpedos como qualquer celular comum e baratinho.
  • Acesso à Internet. O smart acessa a Internet, embora de forma mais limitada do que um computador.
  • TV digital. Pode-se assistir TV digital com ele, embora a experiência não se compare com a de ver o programa em TV full HD tela grande.
  • GPS. O smart pode funcionar como GPS e se integra a serviços on-line como o Google Maps. Não é o ideal para se embrenhar no mato ou para singrar os sete mares, mas para exploradores da selva urbana, ele dá conta do recado.
  • Tocador e organizador de mídia. O smartphone é bom para organizar imagens, áudio e vídeo, embora não tenha tanto espaço de armazenagem como um media center, nem a potência de som de um home teather ou a área de tela de uma TV wide screen.
  • Jogos. Há muitos jogos legais para smartphone. Obviamente, não detonam como os jogos para consoles de terceira geração.
  • Lanterna. Pode-se até usá-lo como lanterna, embora, eu não aconselhe a ninguém explorar uma caverna com smartphone.

Você, caro leitor, já deve ter percebido onde quero chegar. O smartphone é um aparelho multifuncional que oferece soluções reduzidas para quem prioriza a mobilidade. Ele não substitui plenamente os aparelhos dedicados fixos, mas quebra o galho de quem está sempre com o pé na rua. Quem vai da casa para o escritório e volta pelo mesmo caminho, vive feliz sem smartphone, a não ser que o desejo de possuir esse sonho de consumo seja avassalador.

Sou entusiasta dos aparelhos multifuncionais porque eles são ecológicos, economizam recursos. O problema é que a sociedade consumista estimula as pessoas a terem vários aparelhos multifuncionais que se sobrepõem sem que elas deixem de adquirir também os mono função. No passado, as pessoas tinham um telefone fixo no escritório e outro em casa. Daí veio o celular, que não substituiu o fixo. A família típica agora continua com o fixo e mantém mais quatro celulares, um para cada membro. O smartphone, na maioria dos casos, não substitui o notebook, nem a TV digital, nem o home teather. Se um dia eu encontrar alguém que viva apenas com seu smartphone e nada mais, vou aplaudir esse cidadão descolado, desprendido e móvel.

P.S.: não tenho smartphone.

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